Fotografia: DR
Cédula criativa
Nelson dos Santos aka Bullynho
Nascido a 3 de Outubro de 1972 em Lisboa
Dedico-me à música desde 1989
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Dentro de 2 anos espero ter acabado o álbum que estou a fazer há 10
A música é prazer! O prazer de fazer dançar pessoas que nem sequer conheces, é fantástico.
Quais são as tuas principais influências ou inspirações?
Neste momento, apenas e só a minha mulher. Se não fosse ela, já tinha mudado de profissão. Houve uma altura em que me cansei da “vida da noite”, de nunca estar em casa aos fins-de-semana, etc… Sem dúvida que a minha principal influência e inspiração é a minha mulher – nunca me deixou desistir!
Destaques do teu percurso artístico e criativo
Enquanto DJ, destaco o facto de ter estado mais de 25 anos na mesma casa; na noite não existirão muitos casos destes. Enquanto entusiasta pela produção, destaco o facto de a primeira música que fiz (“Jogo da Bola”) ter estado no top 10 do maior site de venda de música electrónica no mundo – Beatport.
Em que projectos estás a trabalhar agora?
Para responder a esta questão, tenho que começar por referir que já não sou conhecido apenas como “DjBully” mas também como “Bullynho”! Em tempos produzi e editei umas músicas, que tempos depois um outro “DjBully” (neste caso romeno) decidiu juntar ao seu trabalho. Para não entrar numa batalha judicial, decidi alterar o meu nome artístico para “Bullynho”. Neste momento, estou inteiramente dedicado à produção. Dentro de dois anos espero ter acabado o álbum que estou a fazer há 10 anos [risos] e lancei muito recentemente uma nova música: “Pandemic Brass”.
Objectivos a médio e longo prazo
Tinha ainda dois grandes objectivos dentro da música: um foi atingido há pouco tempo – abri finalmente a minha própria editora, a “Barra Records”. Para o segundo faltam dois anos, é o tal álbum [risos].
A música é a tua profissão?
Apenas e só.
