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Como foi possível ler na AZUL, em Janeiro a Câmara Municipal de Mafra avançou com a candidatura do Real Edifício de Mafra, o Jardim do Cerco e a Tapada Nacional de Mafra à condição de Património Mundial da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Neste momento o dossier com a referida candidatura aguarda a revisão dos documentos por parte da Comissão Nacional da UNESCO para, então, poder chegar ao seu eventual destino: o Comité do Património Mundial.
Segundo o site do jornal Público, este dossier propõe que o Estado Português candidate o Real Edifício – que engloba o palácio, o convento e a basílica –, toda a Tapada de Mafra (que se encontra circundada por 21 km de muro) e o Jardim do Cerco, situado ao lado do monumento, a Património Mundial. Um território equivalente, no seu conjunto, a 1200 hectares envolvidos em profundos valores culturais.
A proposta de declaração do “valor universal excepcional” deste conjunto assenta, precisamente, em quatro dos critérios previstos pela UNESCO, destacando-se o que abrange obras-primas do “génio criativo humano” e o que se aplica a edifícios e conjuntos arquitectónicos, tecnológicos ou de paisagem capazes de ilustrar várias épocas históricas.
O dossier, constituído por 3 volumes com mais de mil páginas, foi organizado pela unidade de missão responsável pela candidatura, composta por representantes da autarquia, da Direcção-Geral do Património Cultural, do Exército Português, do Patriarcado de Lisboa e da Tapada Nacional de Mafra.
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