Fotografia: Colectivo A Tribo
A Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira, recebe o espectáculo “PENUMBRA / o que se passa na cabeça de um poeta” nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, às 21:30.
Como é olhar para o mundo a partir da cabeça de um poeta? Esta é a proposta do grupo de 24 adolescentes do Colectivo A TRIBO. Segundo Daniela Simões, a mentora do Colectivo A TRIBO, “este grupo quer trazer esperança, quer que o público sinta que, mesmo num dia mau, vai aparecer qualquer coisa que nos indica o caminho.
Quando está tudo às escuras e vemos uma luz a piscar ou quando acendemos uma luz para conseguirmos ver, o que é que isso significa para nós? Ou quando desligamos a luz porque não queremos ver… E que coisas são estas que nos guiam?”.
um espectáculo-poema sobre pensamentos, luz, caminhos e palavras. Esta história é sobre as coisas que acontecem dentro da cabeça de um poeta
Este é um espectáculo-poema sobre pensamentos, luz, caminhos e palavras. Esta história é sobre as coisas que acontecem dentro da cabeça de um poeta. Um poeta que olha para o mundo a partir de um ponto de vista irrepetível – o seu. Um homem-poeta que observa, e por isso escreve, sobre aquilo que sente quando olha para o mundo, e para si.
Um poeta-faroleiro que sabe que há luzes em muitos lugares e de muitos tamanhos diferentes, uma luz que não pode ser interrompida. Esta história começa no mar. Aquilo que o mar vê quando olha para a terra, é diferente daquilo que a terra vê quando olha para o mar.
Os barquinhos, que estão no mar, precisam de direções. Há um farol-poeta que espreita por cima da neblina. Ele ilumina sempre qualquer coisa: a estrada, a vida, os pés do poeta e as palavras.
Este é o segundo espectáculo que a TRIBO estreia este ano e, à semelhança do que acontece com os outros grupos deste colectivo de teatro comunitário, foi co-criado ao longo dos últimos oito meses por todas as pessoas que compõem o grupo: “nos nossos encontros semanais, estas pessoas reflectiram, sentiram no corpo, criaram movimentos, dinâmicas, textos e um espírito de coesão que deu origem ao PENUMBRA”, refere Daniela Simões.
A mentora acrescenta ainda que “é interessante que o espectáculo reflecte a individualidade e o todo e, mais que isso, pode ser um espelho para quem assiste”.
A mentora da TRIBO deixa o convite: “existe teatro em Mafra e há muitas formas de o apoiar. A maior, melhor e mais significativa é ir, de facto, ao teatro. Venham!”. Para assistir ao espectáculo “PENUMBRA/o que se passa na cabeça de um poeta”, da TRIBO, basta fazer a sua reserva com um donativo de 8 euros. Pode reservar através do email geral@colectivoatribo.pt ou pelo telemóvel 910 672 458.

