A Ericeira pelos olhos de: Egídio Jorge

 

Fotografia: DR

 

Bilhete de Identidade

Egídio José Oliveira Jorge (‘Gigi’ para os sô’primos)

Nascido em Sintra a 28 de Julho de 1980 (39 anos)

Empregado de mesa no restaurante Mar d’Areia

A Ericeira é a minha terra

‘Gigi’ em modo folião.

A Ericeira é a terra dos que mais amo, a terra daqueles que nunca esquecerei, é a minha terra.

 

O que mais ama e menos gosta na Ericeira?

O que mais amo são as nossas gentes e o nosso mar. O que menos gosto neste momento é tanta coisa que até tenho medo de enumerar para não me esquecer de nenhuma – quiseram tudo e qualquer dia não têm nada.

O turismo de qualidade vem para a Ericeira pela qualidade e identidade da vila

Quais são as suas principais preocupações no presente e para o futuro da Ericeira?

A minha principal preocupação é, sem dúvida, o crescimento sem limites que está acontecer quer na construção quer no comércio – vamos pagar caro esta factura. O turismo de qualidade que vem para a Ericeira vem pela qualidade e identidade da vila e está-se a perder de dia para dia.

Filho do Egídio, neto do Zé da Faustina e do Fernando Barbeiro

O que é ser Jagoz?

Não há gente como nós. Eu não preciso que me digam quem é da Ericeira, todos nós sabemos quem somos, está no nossa sangue, na nossa maneira de falar, na nossa maneira de estar: somos nós, somos assim, nascemos e vamos morrer assim, somos jagozes.

 

Considera-se Jagoz?

Filho do Egídio, neto do Zé da Faustina e do Fernando Barbeiro… o que é que eu podia ser?