A Ericeira pelos olhos de: Alexia Pavlovsky

 

Fotografia: AZUL

 

Bilhete de Identidade

Alexia Pavlovsky

Nascida em Buenos Aires (Argentina) em 20 de Abril de 1990 (29 anos)

Conhece a Ericeira e aqui vive desde Março de 2018

Empresária

A Ericeira é um lugar para os apreciadores das coisas simples

Com a sua cadela, Chavela.

A Ericeira é um lugar para os apreciadores das coisas simples.

 

O que mais ama e menos gosta na Ericeira?

Amo a Natureza, o mar, as praias, as pequenas ruas e as histórias por detrás dos seus habitantes. Não gosto do pouco espaço para estacionar durante o Verão.

 

Quais são os seus locais favoritos?

Gosto muito de andar pelas Ribas, desde a praia dos Pescadores até Ribeira d’Ilhas. Sou apaixonada pela Travessa das Gaivotas. A Ericeira é linda, desde manhã até à noite, seja Verão ou Inverno tem o seu encanto. De manhã o “Jogo da Bola” está vazio e sente-se o aroma do pão fresco. Gosto de almoçar numa esplanada ou no Clube Naval, que tem sempre pratos do dia. Adoro ver o Pôr-do-Sol nas arribas com bom vinho e boa música. A noite é especial no Adega Bar, com pessoas daqui e doutros pontos do mundo cheias de curiosidade por este lugar. Recomendo sempre que experimentem novos espaços e o Ay Mamita! é um deles: um restaurante com sabores sul-americanos e muito boa energia.

gosto da identidade deste espaço pequeno mas cheio de histórias de amor e luta

Quais são as suas principais preocupações no presente e para o futuro da Ericeira?

Acho que é muito importante respeitar a cultura e História deste lugar. Não sou nascida nem criada aqui, mas gosto da identidade deste espaço pequeno mas cheio de histórias de amor e luta.

 

Sabe o que é ser Jagoz?

É ser nascido e criado na Ericeira, certo?! Basta observar os pescadores de manhã nas Ribas ou a jogar xadrez e às cartas durante a tarde ao lado do Forte. Isso é ser Jagoz.