Criadores da Vila AZUL: João Ganhoteiro Silva

 

Fotografia: CR Ericeira Produções

 

Cédula Criativa

João Miguel Ganhoteiro Silva

Também conhecido como: João Ganhoteiro Silva, Ganhoteiro, ‘Ganhotas’ para os amigos, ‘Galheteiro Saltitante’ (na Tuna) e “Chefe” (durante a licenciatura).

Nascido em Évora a 28 de Julho de 1997, dedica-se à música desde os seis anos, pertencendo à Associação Filarmónica Cultural Ericeira (AFCE) desde 2013.

Toca Percussão (inicialmente na banda da AFCE e continua a tocar fora da banda) e Tuba (actualmente na banda da AFCE).

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A música é uma forma de expressarmos o que sentimos

Com a Banda da Filarmónica Cultural Ericeira

A música é uma forma de expressarmos o que sentimos. De estarmos incluídos em algo maior do que nós, algo que se transforma numa obra de arte. É aprendermos a escutar os outros e dar apoio nos momentos em que precisam. É transformar um código em algo belo. É sentir o que o outro sente, pela forma como toca cada nota.

 

Quais são as suas principais influências e inspirações?

Depende. Quando era pequeno ouvia muito Phill Colins e Queen no carro, quando ia de viagem com os meus pais. Hoje em dia, no que toca à música comercial, gosto muito de Quatro e Meia, Aurea, Michael Bublé e tenho uma forte influência da Broadway e do West End. No que toca à música erudita, na música coral gosto muito de John Rutters, Vasco Pearse de Azevedo, Eurico Carrapatoso e Lopes Graça, e na instrumental dos grande nomes do clássico e do barroco (Mozart, Beethoven, Chopin, Bach, Brams), e actualmente de Leonard Bernstein, Syteven Reineke e Hans Zimmer. Considero-me ecléctico musicalmente. Se calhar a maior influência nos últimos anos tem sido a minha amiga e maestrina Alexandra Fortes, porque me deixou o bichinho da direcção e da harmonização. Mostra-me coisas novas e vai-me dando umas dicas de vez em quando. É como se fosse a minha tutora musical.

Considero-me ecléctico musicalmente

Percurso musical

Desde muito novo que a música faz parte da minha vida. Mal falava e já trauteava as músicas todas, desde as que a ouvia no rádio às que aprendia na escola Com 6 anos comecei a ter aulas de coro e de órgão na Escola Salesiana de Évora, e depois quando vim morar para a Ericeira comecei a cantar mais a solo. Quando tinha 15 anos entrei para o coro da Filarmónica, e pouco depois comecei a ter aulas de percussão. A partir daí voltei também à música coral, primeiro no Coro de Câmara Outros Cantos, e depois no Coro de Câmara de Mafra. Desde 2017 que toco Tuba na Banda. Quando vi o primeiro FESTUNAS na Ericeira (do qual faço parte da organização já há dois anos) apaixonei-me pelo mundo tunante, e quando comecei a licenciatura no Estoril comecei também a fazer parte da Tuna, onde para além de cantar, era também Pandeireta e Porta-Estandarte. Costumo reger o coro da paróquia da Ericeira e sou também responsável pela animação do Agrupamento de Escuteiros de Santo Isidoro.

Em que projectos está a trabalhar agora?

Para além de fazer parte da Banda Filarmónica da Ericeira e de ser presidente da Associação, sou coralista no Coro de Câmara de Mafra e ainda pertenço a um grupo de música de câmara que se chama CORTETO – começámos por fazer casamentos e baptizados, mas temos feito também alguns apontamentos musicais, e vamos ter o nosso primeiro concerto no dia 12 de Janeiro.

ainda quero um dia estudar canto no conservatório

A música é a sua profissão?

Não, mas influenciou bastante o meu percurso académico. Actualmente sou licenciado em Gestão do Lazer e Animação Turística, mas estou a tirar o mestrado em Estudos e Gestão da Cultura, com especialização em Gestão Cultural. A nível profissional estou envolvido em alguns projectos, mas não posso ainda revelar detalhes, pois ainda queremos fechar algumas coisas.

 

Objectivos a médio e longo prazo

Quando era mais novo tinha o sonho de ser cantor profissional, e ainda quero um dia estudar canto no conservatório, mas por enquanto quero fazer aquilo que me sinto bem e feliz a fazer, e a música faz sem dúvida parte disso.